Classicnewcar.us


eleições diretas já Humor Político – Rir pra não chorar

eleições diretas já Humor Político – Rir pra não chorar

Blogueira lista ao menos 30 retrocessos nos primeiros 30 dias do governo interino. Confira“Ontem o governo interino de Michel Temer completou 1 mês. E, como prometido, fui atualizando a lista de retrocessos que aconteceram no país desde então. Confesso que chegou um momento em que passei a atualizar menos, porque meu tempo anda escasso. Além disso, agendei este post na última sexta-feira, então não contém eventuais novidades do fim de semana. Por esses motivos o “ao menos” do título deste post. Porque deve ter acontecido bem mais coisas frustrantes/previsíveis do que estas 30 que eu relacionei. Fique à vontade para acrescentar mais itens aí na parte dos comentários.Segue a lista que eu fiz:Por Kika Castro, em seu blog Fonte: https://kikacastro.com.br/2016/06/13/1-mes-governo-michel-temer-30-retrocessos/  Os trabalhadores do SUAS do Distrito Federal estão mobilizados e reforçando todas as manifestações em defesa do SUAS na capital. A participação  destes trabalhadores, e também de usuários, tem feito a diferença nas atividades: mais de 200 ativistas e cerca de 70 trabalhadores da Secretaria – SEDEST participaram  na Audiência Pública do dia 08.Este mesmo público reforçou hoje o café da manhã realizado pelos trabalhadores do MDS para o debate sobre a conjuntura e sobre os constrangimentos e intimidações que estão sendo realizadas pelos interinos frente a atuação dos trabalhadores. E vai reforçar o abraço ao MDS e inovando com um Pipocaço!Os trabalhadores do DF farão um pipocaço no ato de abraço ao MDS: NÃO ACEITAM TROCAR O BOLSA FAMÍLIA POR BOLSA PIPOCA!Compareça, participe, lute:#foratemer #voltadilma #nenhumdireitoamenos #devolvam o MDSVeja alguns momentos do café da manhã de hoje:  “O governo ilegítimo diz que vai remunerar os municípios pra tirar gente do Bolsa Família. Em um momento de crise econômica, quando as pessoas mais precisam estar protegidas, eles vão tirá-las do programa e devolvê-las para a pobreza.A gente incentivava os municípios a localizarem quem precisa e incluírem essas pessoas. Ter a família dentro do Bolsa Família significa ter essa população no radar do Estado. A criança está na escola, os meninos e meninas estão com o acompanhamento de saúde, a gestante está fazendo o pré-natal. É isso que está mudando o Brasil.Além de devolver pessoas que hoje estão protegidas para a pobreza, essa proposta é mais uma forma de criminalizar os pobres, de dizer que são eles que fraudam, que são os pobres os corruptos. Isso é uma completa inversão.” 0000(Tereza Campelo) Após a autorização, pelo Senado da República, do afastamento da presidente Dilma Rousseff é possível perceber a velocidade do golpe de Estado em curso.A ideia do impeachment com base “em pedaladas fiscais” é uma farsa articulada pelos setores mais conservadores da nossa sociedade envolvendo setores da grande mídia televisiva, da elite política e setores do judiciário. Os diálogos, só agora revelados, envolvendo os orquestradores dessa farsa e os atos do “presidente em exercício” confirmam, sem reservas nem disfarces, o enredo já denunciado. Incapazes de ganhar as eleições presidenciais por meio de processos eletivos, por vontade da maioria dos brasileiros, não resta à velha elite, outro caminho senão recorrer ao antiquado manual autocrático próprio de uma democracia formal sem república real.A elite patrimonialista, nepotista e reacionária jamais saiu da “Casa-Grande” e por isso não tolera um país socialmente mais inclusivo e politicamente mais plural. Não aceita que o povo, principalmente os trabalhadores e os mais pobres se libertem das algemas da “Senzala”, contemporaneamente traduzida pela exclusão, pela desproteção social e pela insegurança institucional.As medidas anunciadas pelo “governo interino”, sobretudo, aquelas relacionadas ao campo da proteção social disseminam imensa insegurança e perplexidade.A agregação da Previdência Social ao Ministério da Fazenda e a junção de um estranho, incompreensível e inexplicável Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário sugerem que o atual governo faz uma clara opção de desmonte da seguridade social, supervalorizando os interesses da rentabilidade econômica em prejuízo da atenção as necessidade sociais conforme preceito constitucional.Ora, ao contrário da cantilena abundantemente anunciada de “enxugamento da maquina administrativa”, o que está em andamento é um a profunda reforma de corte neoliberal, cujo objetivo maior é a subtração de direitos sociais duramente conquistados ao longo do século XX.Se o objetivo fosse realmente reduzir a máquina administrativa, a criação do Ministério da Seguridade Social, por exemplo, seria uma medida racionalmente justificável para anunciar, mesmo como farsa, uma ampla estratégia política de proteção social por meio da Previdência Social, da Saúde e da Assistência Social.Não há espaço para retrocessos nem abrigo às manipulações!Vamos à luta!Belém – PA, 26 de maio de 2016. Uma nova Diretoria do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) foi eleita por aclamação durante a Assembléia Geral Ordinária do órgão, realizada no 18º Encontro Nacional do Colegiado, em Brasília.A chapa denominada AVANTE SUAS assumiu radicalmente a defesa do SUAS.  Abaixo, a Vice Presidente Júlia Restori expressa este compromisso, em ato realizado em Brasília pelos participantes do 18 Encontro Nacional de Gestores Municipais do SUAS, ocorrido entre os dias 23 a 25 de maio. De olho no desmonte certo que será realizado no MDS, nos programa sociais e sobretudo no Sistema Único de Assistência Social – SUAS, Programa Bolsa Família, Cadastro Único, Segurança Alimentar,  Mais SUAS está produzindo um repositório com todas as publicações para ampla disseminação.O intuito desta iniciativa é preservar tudo o que foi construído coletivamente (e que estão expressos nos documentos e nas publicações)  para lutar com decência por tudo aquilo que foi conquistado durante os governos democráticos.O site Brasil 247 já denunciou hoje que o governo golpista já tirou do ar a publicação  CONQUISTAS SOCIAIS, uma espécie de relatório de tantos êxitos no campo social do Brasil.Veja a íntegra da reportagem:Governo interino de Michel Temer retirou da página do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome o balanço de conquistas sociais das gestões do ex­presidente Lula e da presidente afastada Dilma Rousseff. A denúncia foi feita por funcionários do ministério; entre as dados destacados no documento de 60 páginas estão gráficos, dados e informações sobre a pobreza extrema, inclusão produtiva, acesso a serviços e à renda.Entre as dados destacados no documento de 60 páginas, intitulado “Conquistas Sociais ­ Compromissos de um Brasil sem miséria”, estão gráficos, dados e informações sobre a pobreza extrema; o acesso à renda, como o Bolsa Família, que já atendeu 17 milhões de crianças e adolescentes e transferiu R$ 27,6 bilhões em recursos do Tesouro.Há também informações sobre programas de inclusão produtiva nas zonas urbana e rural; e vários programas de acesso a serviços, como o Brasil Carinhoso, Minha Casa  Minha Vida, Luz Para Todos e Alimentação escolar. “Precisamos seguir em frente. Nenhum retrocesso, nenhum direito a menos, é isso que precisamos assegurar aos pobres e a todos os cidadãos brasileiros. O fim da miséria continua sendo só o começo”, diz o documento.———————————————-Nos próximos dias, o repositório de publicações do Mais SUAS estará à disposição de todos sem golpista nenhum para meter a mão: é a nossa luta que tem que seguir. É o SUAS que tem que ser defendido!O Mais SUAS aconselha que você também vá ao site (e logo) e faça o download dos documentos, antes que o futuro-presente seja substituído pelo vazio presente que se tornará um retrocesso.Fonte da notícia: http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/232487/Governo-interino-j%C3%A1-tira-do-ar-at%C3%A9-conquistas-sociais.htm‘New York Times’ debate possibilidade de que Olimpíada no Rio seja adiadaA instabilidade vivida no país por conta das crises política e econômica, bem como a epidemia de zika e problemas com a organização do evento levaram o jornal norte-americano “The New York Times” a debater a possibilidade de que a Olimpíada do Rio ser adiada. A publicação convidou três articulistas para falar sobre o tema e avaliar a possibilidade de os Jogos ocorrerem daqui a três meses, ou mais adiante, quando a situação do país for mais estável.O pesquisador do departamento de geografia da Universidade de Zurique Christopher Gaffney defendeu que adiar a Olimpíada é o caminho mais seguro. O foco da sua análise é a epidemia de zika, que pode se tornar um problema global por conta do evento no Rio.“Permitir que minhares de pessoas viagem ao Brasil e depois voltem a seus países seria irresponsável”, diz.Em oposição a este argumento, o professor de ciência política da Universidade de Oregon Jules Boykoff, autor de um livro sobre a história política das Olimpíadas, escreveu em defesa da manutenção dos jogos na data marcada.Sob o ponto de vista político, ele alega que é importante que os Jogos aconteçam mesmo em meio a uma situação problemática, e que ofereçam espaço e visibilidade para protestos contra eles.“Adiar ou cancelar a Olimpíada do Rio seria negar o presente involuntário: Uma demonstração pública de alto nível do direito ao dissenso político.”Um terceiro texto, da planejadora urbana Theresa Williamson, argumenta que a realização ou não da Olimpíada nas datas previstas é menos importante de que entender o que há por trás do evento. Segundo ela, permitir que o Rio seja sede da Olimpíada foi um erro.“O Rio vai sediar uma Olimpíada sem problemas fazendo o que faz de melhor: escondendo os problemas e mostrando sua face artificial”, diz.“Moradores de favelas vão ser bloqueados, escolas vão ser fechadas, manifestantes vão ser mantidos à distância para que o tráfego possa fluir e os espectadores possam ter sua experiência sem preocupações”, explica.As críticas aos jogos e a possibilidade de mudança nos planos do evento não são novidade na mídia internacional.Em fevereiro, um artigo publicado na revista “Forbes” já falava em possíveis mudanças nos Jogos por conta dos problemas do país. Com a crise no Brasil agravada pelo surto de vírus zika, “está começando a parecer que chegou a hora de cancelar os jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro”, dizia. “A razão é simples: mulheres jovens não podem viajar com segurança para o país”, completava o texto, publicado na seção de finanças nos esportes.Em entrevista ao site brasileiro da rede britânica BBC, em março, o consultor britânico Simon Anholt disse que a Olimpíada do Rio é uma ameaça maior à reputação do Brasil no exterior do que as crises política e econômica pelas quais o país está passando. O problema, segundo ele, é que grandes eventos internacionais, como a Copa e a Olimpíada, fazem o mundo ver uma abudância de notícias sobre a realidade do país sede, o que pode frustrar as expectativas dos estrangeiros. Fonte:http://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2016/05/16/new-york-times-debate-possibilidade-de-que-olimpiada-no-rio-seja-adiada/?cmpid=fb-uolnotHêider Pinto Médico e mestre em saúde públicaFonte: http://www.brasil247.com/pt/colunistas/heideraureliopinto/229757/Travessia-Social-a-emenda-sai-pior-que-o-soneto.htmlDepois da importante reação de vários grupos sociais ao retorno de uma agenda neoliberal e redutora de direitos apresentada no documento “Uma Ponte para o Futuro”, o grupo golpista liderado por Temer e Cunha tenta “reduzir danos” com um segundo documento “Uma Ponte para o Futuro – Travessia Social”. A leitura do documento mostra que a “emenda saiu pior que o soneto”: o documento não desdiz as propostas anteriores que sofreram forte resistência, apenas foge desses temas, e o que propõe a mais ou é reafirmação do que já existe ou aponta para mais regressões de direitos ou indica que transformará políticas universalistas em programas focalizados. Uma Ponte para o Futuro O primeiro documento, lançado ainda em 2015, fez diversas promessas ao empresariado e setor financeiro, nacionais e internacionais, tentando angariar apoio ao golpe. Revivendo a fórmula do neoliberalismo dos anos 80-90, propôs: abertura aos mercados internacionais com foco nos EUA e União Europeia; flexibilização trabalhista objetivando redução dos custos da produção via redução da remuneração do trabalho (mais claramente: arrocho salarial); deslocamento de recursos das políticas sociais para o pagamento da dívida, remuneração dos rentistas e equilíbrio fiscal; e redução da ação do Estado, na economia e nos serviços, e amplo programa de privatizações e parcerias com o setor privado. A reação dos setores organizados da classe trabalhadora foi forte. Foi possível mostrar à população, com as propostas dos próprios golpistas, o que estava por trás do golpe: uma agenda de mudanças na política econômica e social sem a realização de eleições e contra a vontade expressa há menos de 2 anos pelo voto popular. A Travessia Social O segundo documento, a “Travessia Social” foi uma tentativa de falar à população em geral, uma vez que o primeiro, ao fazer promessas aos grandes empresários e rentistas, se comprometeu, na melhor das hipóteses, com o 1% mais rico da população. O problema é que a ponte é estreita e a travessia não cabe a maioria da população, senão vejamos. O documento repete à exaustão uma análise da crise enviesada e que os grandes meios monopolizados e partidarizados de comunicação tentam incutir na opinião comum. Faz isso para justificar que sacrifícios e pílulas amargas serão necessárias e terão que ser toleradas pela população. Num dado momento chega a fazer a inacreditável afirmação que “neste contexto, uma agenda social deve conter, em primeiro lugar: crescimento econômico, redução da inflação às metas do Banco Central e volta do equilíbrio fiscal”. Trocando em miúdos, o mais importante é conter a inflação a qualquer custo e realizar o ajuste fiscal, que exigirá cortes nos gastos sociais, e, com a retomada do crescimento, o efeito “naturalmente” será a inserção das pessoas no mercado de trabalho e isso seria a melhor “política social” que o governo poderia ofertar. É pior que a velha fórmula dos tempos da Ditadura Civil-Militar de “fazer o bolo crescer para depois repartir o bolo”, pois pressupõe tomar de volta parte do bolo repartido a quem menos tem ante a promessa de, num futuro mais propício, a pessoa talvez ganhar de novo o que ela já tem. A Focalização da ação do Estado O Programa foca em 40% da população, e trata as demais 60% como a parcela “mais rica”. Ignora que as Classes C, D e E somadas constituem 80% da população. Assim, a parcela “mais rica” incluiria as Classes A e B e mais de 2/3 da Classe C. Famílias que têm uma remuneração per capita acima de R$ 600,00 mensais estão nessa parcela que Temer, Cunha e o consórcio golpista hipocritamente chamam de “mais rica” e que deverão ser largadas à própria sorte ao mercado sem políticas sociais, sem a política de aumento real do salário mínimo e sem parte das atuais proteções trabalhistas. O Programa propõe clara focalização: “preservar o bem-estar dos 40% mais pobres e, adicionalmente, elevar o padrão de vida dos 5% mais pobres – 10 milhões de pessoas”. O Estado seria para essa parte da população, simples assim. O Estado que restar, pois o documento propõe com todas as letras que “o Estado deve transferir para o setor privado tudo o que for possível” e para isso deve “amputar partes de sua arquitetura”. E o que faria esse Estado para essa população? Para o 5% mais pobres o documento não propõe revisão da política social vigente. Diz que “isso significa manter e aprimorar os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família”. Para a população dos 5% aos 40% mais pobres, que representa 70 milhões de pessoas, diz que o “desafio” é a retomada da trajetória de crescimento, visto que assim “esta população seguirá junto.” O papel do Estado seria qualificar essas pessoas para que tenham mais competitividade no mercado de trabalho por meio de ações como o PRONATEC, que o documento tenta o absurdo de convencer o leitor que o Governo Dilma, que criou o programa, o abandonou e que será o Governo Golpista o responsável por resgatá-lo. Ignora o fato de 2 milhões de vagas terem sido anunciadas neste ano. A Travessia Social aponta para a concentração do Bolsa Família nos 5% mais pobres, isso significaria que 40 milhões de pessoas que hoje recebem o benefício deixariam de receber imediatamente, paulatinamente ou teriam seus recebimentos congelados até os recursos do programa minguarem.Não sabemos, o documento não detalha a “travessia”. As Políticas Sociais A mesma estratégia discursiva adotada no PRONATEC é usada também com o “Minha Casa Minha Vida”. Critica-se o próprio governo que o criou de tê-lo abandonado e promete-se retomá-lo, mas de forma focalizada. Mais uma vez se ignorao anuncio da 3º fase do Programa feito este ano que beneficiará 25 milhões de pessoas. A cantilena que se tenta fixar na cabeça do cidadão e justificar o corte das políticas sociais é a mesma: busca-se convencer que está tudo parado, assim a interrupção dos programas não seria uma mudança, e se promete que, ao efetuar a prioridade do ajuste fiscal e redução do Estado que resultariam no crescimento da economia, os programas sociais seriam retomados, mas mais focalizados.Na educação, além de análises e afirmações mais genéricas e que, mais uma vez, reproduzem o senso comum da “opinião publicada”, surge indicações de que o governo voltará o sistema educacional para a formação técnica, admitindo que o ensino superior é e seguirá sendo para uma minoria. Também é proposto um “Programa de certificação federal dos professores de 1˚ e 2˚ grau, em todo o país”,com pagamento adicional, como mecanismo de melhoria da qualidade da parte que, aparentemente, o Estado priorizará. O que acontecerá com o ensino superior? Talvez valha para esse caso o princípio geral proposto no documento: “o Estado deve transferir para o setor privado tudo o que for possível”. Nas demais políticas sociais que o documento cita,saneamento e transporte público, o que temos são afirmações genéricas de sua importância sem detalhamento das medidas concretas. Não, o documento não fala nada da assistência social ou do Sistema Único de Assistência Social. A Saúde e o SUS No documento anterior o Bloco Golpista já havia mostrado a que veio: “acabar com as vinculações constitucionais estabelecidas” para a saúde e “estabelecer um limite para as despesas de custeio inferior ao crescimento do PIB, através de lei”. Sem subterfúgios, o plano é menos dinheiro para o já subfinanciado SUS, focalização na parcela que não pode pagar planos privados de saúde, estímulos ao aumento de cobertura dos planos privados e possibilidade de cobrança de procedimentos de usuários com maior renda, como pude escrever em artigo publicado aqui anteriormente chamado “A saúde e o SUS: como ficariam num “pós impeachment?”. Na “Travessia” foge do tema do financiamento do SUS. Prefere fazer uma abordagem genérica afirmando lugares comuns da política de saúde vigente, mas com grau importante de desatualização: há, por exemplo, citação de programas que há mais de 10 anos foram substituídos e superados por outros. Além disso, busca convencer as pessoas, que o problema do SUS é a má gestão. Talvez só aquelas que não saibam que no Brasil se gasta bem menos em saúde que a média da OCDE e até que vizinhos como a Argentina e o Uruguai, por exemplo. São feitas várias afirmações de princípios do gerencialismo inglês, só que com menos novidade e pompa do que os mesmos princípios foram afirmados pelos tucanos nos anos 90. Lembremos que tais medidas não mostraram resultados dignos de nota nas gestões tucanas na saúde em Minas e São Paulo. Promete-se um “choque de gestão” com a implantação do “Cartão de Saúde” quando o autor do documento deveria era receber um “choque de realidade”, por exemplo, descobrindo que qualquer cidadão pode fazer seu cartão numa unidade de saúde ou mesmo no seu celular acessando o aplicativo na Google Play, por exemplo. Ter o cartão já deixou de ser o desafio, a questão é como ele pode qualificar o atendimento e mudar o financiamento do SUS.Sobre o financiamento de ações e serviços de saúde, tema mais caro ao capital que presta serviços ao SUS, o documento fala genericamente em uma nova política de remuneração dos serviços associada ao desempenho e à qualidade e aplicável aos estabelecimentos públicos e privados. Em vários países essa fórmula foi o caminho de priorizar o privado e de privatizar serviços públicos. Objetivos que o documento parece anunciar ao colocar como importante objetivo: “identificar oportunidades de colaboração com o setor privado, para desenvolver parcerias público-privadas com compartilhamento de riscos operacionais e financeiros, para estimular aumentos de produtividade e ganhos de eficiência”. Com relação ao Mais Médico, um silêncio ruidoso. Talvez porque seja de conhecimento público que para que algumas entidades médicas entrassem no consórcio golpista lhes foi oferecida o fim dos estrangeiros no Programa, o que prejudicaria nada mais nada menos que 40 milhões de brasileiros que passaram a contar com atenção médica regular graças e uma equipe de saúde da família cujo médico é um estrangeiro que está lá por causa do Programa Mais Médicos. Travessia para o passado Como pudemos ver, a travessia social inverte o sentido assumido nos últimos 13 anos de um Estado que buscava se constituir com um Estado Necessário comprometido com o bem estar social. A Travessia aponta para a regressão de conquistas e direitos sociais. Aposta em teses falidas e já desmentidas pela administração, saúde pública, análise política e história. Tenta esconder, sem sucesso, as medidas antipopulares reveladas no documento anterior. Promete manter alguns programas que já existem, não outros, e, mesmo assim, sempre restringindo o foco e excluindo milhões. Reafirma o primado do privado sobre o público. Admite, sem rodeios, que o Estado se voltará exclusivamente para os extremamente pobres. Hipocritamente afirma que política social é a retomada da economia que viria após um forte ajuste destruidor das reais políticas sociais. Troca a ideia de desenvolvimento com inclusão social pela de inclusão social só a partir do desenvolvimento clássico, e se vier. Em síntese: em nome da riqueza de 1%, abandona a imensa maioria da população à sua própria sorte num mercado desregulamentado, com proteções sociais e trabalhistas mitigadas apontando para um Brasil que, em termos de projeto de nação, regride mais do que 13 anos, regride ao período pré-Getúlio. Se o objetivo do consórcio golpista era dourar a amarga e envenenada pílula, penso que o que este documento consegue de fato é convencer todos aqueles que não fazem parte do 1% beneficiado e/ou que apostam e lutam por uma sociedade mais justa que é necessário resistir com todas as forças ao golpe parlamentar e tudo o que vem com ele em termos de inversão da lógica da política econômica e socialque fez do Brasil um país menos desigual e melhor para se viver nos últimos anos. O CNAS e a SNAS/MDS estão promovendo hoje e amanhã em Brasília a REUNIÃO CONJUNTA DA GESTÃO E DO CONTROLE SOCIAL DO SUAS SOBRE O PROCESSO CONFERENCIAL – 2015, a realizar-se no Auditório Prof. Lourenço Chehab – Subsolo – Ministério das Comunicações (Esplanada dos Ministérios, Bloco “R”, Brasília/DF).P R O G R A M A Ç Ã O01/09/2015 – terça-feira14h – 14h30 – Abertura 14h30 – 16h – Painel sobre Tema, subtemas e dimensões da X Conferência 16h – 18h – Debate02/09/2015 – quarta-feira09h – 09h30 – Apresentação do SISCONFERÊNCIA 09h30 – 11h – Debate 11h – 11h30 – Apresentação da síntese da organização das conferências nos estados e Distrito Federal 11h30 – 13h00- Debate 14h30 – 15h30- Apresentação do SUAS nos Estados e Distrito Federal 15h30 – 17h – Debate 17h – 17h30 – Encerramento A VIII Conferência Municipal de Maceió aconteceu nos dias 22 e 23 de julho, com a participação de 500 pessoas, entre gestores, trabalhadores e usuários do SUAS, no Centro Cultural e de Exposições Ruth CardosoNo segundo dia da Conferência foram realizados os debates, oficinas e as deliberações com objetivo de avaliar a Assistência Social no município e propor novas diretrizes, com base no tema da X Conferência Nacional de Assistência Social “Consolidar o Sistema Único de Assistência Social (Suas) de vez, rumo a 2026” Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.



As manifestações começaram muito cedo em Goiânia, capital de Goiás. Ailma Maria de Oliveira, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Goiás (CTB-GO), conta que antes da 5h da manhã, vários militantes já estavam nas ruas para explicar os motivos da greve.Ela afirma ainda que houve uma certa tensão causada pelo aparato da Polícia Militar, ocorreram alguns pequenos confrontos, mas de uma forma geral “correu tudo tranquilo”. Mais tarde os manifestantes se concentraram na Praça Cívica, centro de Goiânia, com participação de todas as centrais sindicais e movimentos sociais.Depois, diz Oliveira, “marchamos para a Praça Bandeirante onde encerramos o ato gritando palavras de ordem contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização e também contra a criminalização dos movimentos sociais”.Portal CTBA presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Goiás (CTB-GO), Ailma Maria de Oliveira conta que, na capital do estado Goiânia, a manifestação do 1º de Maio está sendo unificada.São mais de 40 horas ininterruptas de manifestações espalhadas por Goiânia, com participação de parlamentares, dirigentes sindicais, movimentos populares e um grande número de artistas e importantes juristas.“Combinamos de realizar um ato com unidade para fortalecer o movimento popular na luta contra o golpe da direita sem votos”, afirma Ailma. De acordo com ela, “a CTB e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) se uniram em atos no sábado e no domingo”.“Tivemos também uma Grande Plenária Popular que aprovou a Carta pelo Brasil”, afirma a presidenta da CTB-GO. “As manifestações estão sendo muito representativas com entidades da cidade e do campo”.Para Ailma, “o golpe que está sendo tramado no país é para acabar com os direitos da classe trabalhadora e com os programas sociais que combatem à desigualdade”.Portal CTBA presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Goiás (CTB-GO), Ailma Maria de Oliveira conta que o jornal Olho Crítico, da CTB, foi muito bem recebido pelos goianenses na quinta-feira (29) e também nesta sexta-feira.“Trabalhadores e trabalhadoras receberam com muita boa vontade o nosso o jornal em Goiânia na quinta e nesta sexta não está sendo diferente”, diz Oliveira. Com o Olho Crítico, “nas praças, fábricas e terminais de ônibus denunciamos a retirada dos direitos da classe trabalhadora”.De acordo com a cetebista, foram distribuídos milhares de exemplares. “As pessoas leem e voltam para pedir mais para levar a amigos e familiares”, diz. Para ela, o jornal mostra como a “classe trabalhadora é prejudicada pelas medidas do governo golpista Temer e as mulheres são as mais prejudicadas”.Portal CTBAcontece nesta sexta-feira (6), o debate com o tema “O atual cenário político e econômico do Brasil”, às 19h, no Colégio Fractal, em Goiânia, capital de Goiás. “Sempre é importante debater assuntos referentes ao país, para encontrarmos os novos caminhos a seguir”, diz Ailma Maria de Oliveira, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Goiás (CTB-GO).Além de parabenizar os organizadores do evento, ela acentua que “ações como essa é que formam os estudantes para a cidadania”. Ressalta ainda a “importância de apresentar a visão da CTB sobre o mundo da classe trabalhadora”.“Debater os dilemas vivenciados no país, procurando compreender as políticas públicas que possam melhorar a vida das pessoas, sem predominar a visão fundamentalista, fascista, de ódio e discriminação, sempre podem apontar caminhos para a cidade e para o Brasil”, afirma Ailma.O filósofo Railton Nascimento, diretor de Formação do Sindicato dos Professores de Goiás, o juiz Aureliano Albuquerque e o deputado federal Delegado Waldir (PR-GO), estarão debatendo com Ailma.ServiçoO que: O atual cenário político e econômico do BrasilOnde: Colégio Fractal (av. T. Nove, 4.586 - Jardim Plto - Goiânia)Quando: Sexta-feira (6), às 19hQuanto: 1 quilo de alimento não perecívelPortal CTB - Marcos Aurélio RuyAcre Alagoas Amapá Amazonas Bahia Ceará Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso Mato Grosso do SulMinas GeraisPará ParaíbaParaná Pernambuco Piauí Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Rondônia Roraima Santa Catarina São Paulo Sergipe Tocantins                                       EstadosBrasilInternacionalRuraisOpiniãoCultura & MídiaSecretarias Voz da CTBJornal Olho CríticoRevista Visão ClassistaRevista Mulher DeClasseRevista Rebele-seBoletim internacionalCartazesLogomarcasGaleria de ImagensGaleria de vídeosCentral dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - Rua Cardoso de Almeida, 1843, Sumaré - São Paulo - SP - Brasil -  CEP: 01251-001 - Fone: (55 11) 3874-0040





#Contact US #Terms of Use #Privacy Policy #Earnings Disclaimer